segunda-feira, 25 de abril de 2011

PARIS - setembro de 2010

Eu a caminho da Tour Eiffel, em uma bela manhã ensolarada. Realizando um sonho.
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domingo, 23 de maio de 2010

domingo, 7 de junho de 2009

Poética de Experimentos ou Experimento de Poéticas

Sintese do meu trabalho nas artes visuais nos últimos 30 anos. Diversas técnicas, como: Desenho, pintura, escultura, fotografia, performance, instalações, video, video-escultura, colagens digitais, etc. vale viajar neste video.

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quinta-feira, 21 de maio de 2009

TZOLKIN


Está sincronizado com o código galáctico que governa a informação que afeta as operações do ciclo de luz - este define os espectros de frequência ressonante da energia radiante, incluindo eletricidade, calor, luz, e ondas de rádio, que informam as funções autogeradoras de todos os fenômenos, orgânicos ou inorgânicos.

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Cate Blanchett - 14-05-1969 - Australiana


Vida familiar
É filha de um pai texano de ascendência francesa e de uma professora da área de Melbourne. O pai de Cate morreu quando ela tinha dez anos de idade, deixando-a, a mãe e os irmãos Bob e Genevieve.
Seu marido é o dramaturgo roteirista Andrew Upton, que ela conheceu em 1996 enquanto atuava na produção da peça dele The Seagull. Os dois se casaram em 29 de dezembro de 1997. O primeiro filho deles, Dashiell John, nasceu em 3 de dezembro de 2001, o segundo, Roman Robert, em 23 de abril de 2004 e o terceiro, Ignatius Martin, em 13 de abril de 2008.
Depois de fazer da Inglaterra, sua moradia, Cate voltou a residir recentemente na Austrália.
Carreira profissional

Cate estudou em uma Escola Metodista de Garotas, onde começou a explorar sua paixão pela atuação. Logo após se formar, mudou-se para Sydney para estudar no Instituto Nacional de Arte Dramática. Formou-se em 1992, começando sua carreira nos palcos. Seu primeiro papel principal foi na peça Oleanna de 1993, estrelando com Geoffrey Rush. Ela também estrelou como Ofélia na produção de 1994-1995 de Hamlet, co-estrelando com Richard Roxburgh e Geoffrey Rush.
A atriz teve alguns papéis importantes em minisséries dramáticas da televisão australiana. Apareceu como Elizabeth Ashton na minissérie Heartland (conhecida como Burned Bridges nos EUA) e como Bianca em Bordertown.
Sua estréia no cinema foi como uma enfermeira australiana capturada por um prisioneiro japonês na produção de guerra de Paradise Road, dirigida por Bruce Beresford e estrelada por Glenn Close e Frances McDormand.
Cate é mais bem conhecida pelo papel de Elizabeth I no filme de 1998 Elizabeth, que lhe proporcionou uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz Principal. Mas tarde, em 2005, Cate ganhou uma estatueta de Melhor Atriz Coadjuvante por seu papel de Katharine Hepburn no filme O aviador, de Martin Scorcese. Isso tornou Cate a primeira atriz a ganhar um Oscar por interpretar um ganhador do Oscar.
Cate também se tornou conhecida do público por interpretar o elfo Galadriel nos três filmes da sequência de O Senhor dos Anéis de Peter Jackson.
Filmografia
1994 – Police Rescue: The Movie (Vivian), 1996 – Parklands (Rosie), 1997 – Thank God He Met Lizzie (Lizzie), Oscar and Lucinda (Lucinda Leplastrier), Paradise Road (Suzan Macarhy), 1998 – Elizabeth (Rainha), 1999 – Bangers (Julie-Anne), The Talented Mr. Ripley ( Meredith Logue), Pushing Tin (Connie Falzone), Na Ideal Husband (Lady Gertrude Chiltern), 2000 – The Gift (Annabelle “Annie” Wilson), The Man Who Cried ( Lola), The Shipping News ( Petal Quoyle), Charlotte Gray ( Charlotte Gray), 2001 – The Lord of the Rings: The Fellowship of the Ring (Galadriel), Bandits ( Kate Wheeler), 2002 – The Lord of the Rings: The Two Towers (Galadreil), Heaven Philippa), 2003 – The Lord of the Rings: The Return of the King (Galadriel), 2003 – The Missing ( Magdalena), Coffee and Cigarettes (Herself & Shelly), Veronica Guerin (Veronica), 2004 – The Life Aquatic with Steve Zissou (Jane Winslett), The Aviator (Katharine Hepburne), 2005 – Little Fish (Tracy Heart), 2006 – Babel (Suzan Jones), The Good German (Lena Brandt), Notes on a Scandal (Sheba Hart), 2007 – Hot Fuzz Janine), Elizabeth: The Golden Age (Rainha), I’m Not Here (Jud Quinn – Bob Dylan), 2008 – Indiana Jones and the Kingdom of the Crystal Skull (Coronel – Doutora Irina Spalko), The Curious Case of Benjamin Button ( Daisy), 2009 – Fantastic Mr. Fox (Mrs Fox – voz), Ponyo on the Cliff by the Sea (voz).

quarta-feira, 13 de maio de 2009

A POÉTICA DE LAÉRCIO REDONDO

Existe o artista que trabalha com o distanciamento, torna sua obra repleta de qualidades, mas consegue isso cuidando para que algo da vida pessoal não entre em seu trabalho, ou pelo menos não transpareça, que fique apenas intrínseco. Contrapondo-se a essa poética, há o artista que explicita as suas experiências de vida colocando-as em seus trabalhos. Deixa claro nesses, a auto-referência como base no processo criativo. A poética de Laércio Redondo encontra-se plenamente sintonizada com a qualidade auto-referencial, mas considera que na sua obra em videoarte, videoinstalação, e instalação, existe a abertura para o espectador trazer suas experiências, proporciona ao público trazer algo de si para o trabalho, ajudando-o a ser construído. O artista faz uma proposição e deixa para o espectador a tarefa de fazer as coisas acontecerem, mas mesmo dentro dessa proposição artística, Laércio conscientemente deixa transparecer, com uma delicadeza inexorável, algo de si, que diz respeito a sua vida pessoal, em cada um dos trabalhos, especialmente nos atuais.
Dos sete trabalhos analisados no capítulo anterior, os que trazem essa qualidade de “o que é meu que entrego para você” (espectador), são as videoinstalações e videoarte: “I don’t love you anymore”, “Kidnapping Images”, “After Venice”, “Estrangeiro/Stranger” e Dis-cursus. Nesses, Laércio oferece ao espectador, pelo viés da eletrônica, utilizando técnicas de vídeo, e criando ambientações interativas, tentativas qualitativamente artísticas. Comentando, nessa entrega, seus sentimentos e experiências, que são comuns a todos os seres humanos. Ele fala da perda, ruptura, saudade, encontro, alegria, tristeza, precariedade, mutabilidade, erro, acerto, troca, etc. Comenta-os criando para isso uma atmosfera poética, para posteriormente tocar em questões muito mais sensíveis, filosóficas, como o conceito de tempo, os tempos cronológicos, psicológicos, do artista e de cada uma das pessoas envolvidas nos processos, familiares ou não, e especialmente o público. Ao tocar naquele ponto delicado imediatamente a necessidade de melhor compreensão do conceito dialético de tempo e espaço é estimulada, transformando de fato os seus trabalhos em potentes canais de expansão das consciências.
A necessidade de maior expressão de seus sentimentos e idéias, fez com que o artista, em um dado momento, desse um salto qualitativo na expressividade da sua obra. A aproximação e encantamento de Laércio para com a videoarte inserindo-as em instalações, em ambientes significantes, proporcionou a expansão da representação e compreensão do espaço, para além da fronteira bidimensional da pintura e do desenho. O conceito de espaço que está contido na poética que envolve o suporte bidimensional tornou-se insatisfatório para um avanço qualitativo na suas proposições artísticas, a partir do seu envolvimento com a arte tecnológica.
Constata-se nos trabalhos “I don’t love you anymore”, After Venice, Kidnapping Images e Dis-cursus”, uma intencionalidade de busca da expansão não apenas daquele conceito, mas especialmente da sua vivência. Nesses trabalhos, que num primeiro momento nos remetem apenas a simples projeções ou apresentações de videoarte em ambientes públicos, numa observação mais apurada, elucidam a intenção de oferecer ao espectador, possibilidades de sentirem-se inteiros, uma presença realmente especial em um determinado espaço, dialogando com imagens eletrônicas, visualizando-as em dimensões variadas. Considero que a poética da videoinstalação evidencia-se, mesmo nos trabalhos que nos parecem simples videoartes. Em todos os trabalhos de Laércio Redondo analisados nessa pesquisa, a tomada de consciência, por parte do espectador, não somente dos sentimentos comentados e estimulados, mas também da própria presença, do ser e estar em um espaço oferecido, é o verdadeiro alvo, no qual sentimos, a pulsão da arte.
Na videoinstalação “Listen To Me” e na instalação “Hotel Solidão”, além de todas as qualidades citadas acima, Laércio propõe a interatividade. São trabalhos, nos quais a questão da auto-referência torna-se menos relevante. O artista cria condições para que o público dê alma ao trabalho, invente novas situações, entregando emoções e sentimentos. Estabelece algumas regras e o restante fica por conta da inspiração e da liberdade do espectador. Nesses dois trabalhos observa-se uma quase anulação do artista, e do conceito de “obra de arte” pronta. O que se vê é uma proposição, na qual pessoas comuns trocam entre si todos aqueles valores e sentimentos que estruturam toda poética do artista. O requinte dessa encontra-se na valorização de sentimentos e vivências pessoais, os quais procura trocar com, e estimular em outras pessoas, utilizando para realização dessa intenção, o canal artístico. Nos trabalhos de Laércio observa-se um caminhar pelos meios tecnológicos que se inicia na videoarte passando posteriormente para as videoinstalações e expandindo-se, a partir dessas, para a poética da interatividade.

Tópico da minha monografia de conclusão de curso de Pós-graduação em História da Arte do Século XX - EMBAP 2004. Título da Monografia "A Sensibilidade eletrônica na Videoarte e Videoinstalações de Laércio Redondo"
A Monografia na íntegra encontra-se nas bibliotecas da EMBAP.

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Discursus

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Nuances do livre



Voltado para o meu centro. Não necessito mais, na superfície, do centro do outro(a).
Estou por minha conta e risco, não dependo de ninguém, livre para ir e voltar, mesmo em círculos.
Se no meu caminho aparecem amores, eu os amo, não me apego. Não tenho laços, portanto, sem nós.
Ando nu, embora tecidos, em simples elegância.
Mergulho no meu profundo, flutuo na superfície do mundo.